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sábado, 28 de setembro de 2013
terça-feira, 5 de julho de 2011
Procurando o Cálice do meu ser
19:44
No comments
Sabe quando acordamos apenas fisicamente? Então já sabes como me sinto, ás vezes.
Apesar do início triste ainda tenho um olhar contemplativo para arte em suas manifestações em forma de vento, chuva (a chuva é de fato mais poética "Dancing in the rain" haha) e frio...
Hoje enquanto fui submetida a um processo alienante tentava encontrar brechas no meu ser para sobreviver a rotina que de tão ácida deixa-me louca e cega.
Quando estava a beira do surto resolvi voar e ao flutuar nas nuvens de seda encontrei meus amigos que são de fato anjos e neles encontrei ás conversas, os protestos e o futuro, ou melhor encontrei o presente que é deveras mais agradável começando pelo significado da palavra, assim comecei a sorrir euforicamente e resolvi me acomodar em um algum lugar no meu mar de dentro que sonha com á queda dos muros que ainda me cercam.
Obs:. O que eu escrevo é deveras confuso, mas não há mistério algum em minhas palavras. Apesar das palavras desconexas esse é um resumo do meu dia. Para finalizar eu e minha eloquência gostaríamos de declarar que: Tive um dia sublime (apesar dos pesares) e quando cheguei em casa deparei-me coma coleção dos filmes do Woody Allen e fiquei com os olhos brilhando devido ao meu amor eterno pela 7° Arte. Em breve postarei críticas dos filmes do mestre Allen :)
Segue link do discurso do V for Vendetta, ou seja, abaixo vocês encontrarão um discurso que foi escrito por você e por mim.
Lembrem-se: As palavras sempre manterão seu poder:
http://www.youtube.com/watch?v=NVauZNOp1es&feature=related
Apesar do início triste ainda tenho um olhar contemplativo para arte em suas manifestações em forma de vento, chuva (a chuva é de fato mais poética "Dancing in the rain" haha) e frio...
Hoje enquanto fui submetida a um processo alienante tentava encontrar brechas no meu ser para sobreviver a rotina que de tão ácida deixa-me louca e cega.
Quando estava a beira do surto resolvi voar e ao flutuar nas nuvens de seda encontrei meus amigos que são de fato anjos e neles encontrei ás conversas, os protestos e o futuro, ou melhor encontrei o presente que é deveras mais agradável começando pelo significado da palavra, assim comecei a sorrir euforicamente e resolvi me acomodar em um algum lugar no meu mar de dentro que sonha com á queda dos muros que ainda me cercam.
Obs:. O que eu escrevo é deveras confuso, mas não há mistério algum em minhas palavras. Apesar das palavras desconexas esse é um resumo do meu dia. Para finalizar eu e minha eloquência gostaríamos de declarar que: Tive um dia sublime (apesar dos pesares) e quando cheguei em casa deparei-me coma coleção dos filmes do Woody Allen e fiquei com os olhos brilhando devido ao meu amor eterno pela 7° Arte. Em breve postarei críticas dos filmes do mestre Allen :)
Segue link do discurso do V for Vendetta, ou seja, abaixo vocês encontrarão um discurso que foi escrito por você e por mim.
Lembrem-se: As palavras sempre manterão seu poder:
http://www.youtube.com/watch?v=NVauZNOp1es&feature=related
segunda-feira, 4 de julho de 2011
16:31
1 comment
Os Ombros Suportam o Mundo
Os ombros suportam o mundo
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Obs:. Não existe viagem mais sublime do que ler poemas do Gauche e ouvir Pink Floyd.
Os ombros suportam o mundo
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Obs:. Não existe viagem mais sublime do que ler poemas do Gauche e ouvir Pink Floyd.
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